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“Técnicas de advocacia para a educação é tema de workshop levado a cabo pela RNCEPT”

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“A Rede Nacional da Campanha Educação para Todos promove neste sábado, 19, na ilha do Sal, uma ação de capacitação em técnicas de advocacia para a educação. É destinado a ONGs, associações comunitárias, jornalistas, artistas, profissionais de educação e ativistas sociais.

O objetivo é unir as sinergias em prol de uma educação inclusiva e de qualidade para todos. Mas para conseguir esta meta é necessário o envolvimento dos diversos atores sociais, daí a aposta na capacitação.

“Queremos mostrar às pessoas o que é a educação, o que devemos fazer para com que a educação chegue a todos. Fazer lobby junto dos governantes e chegarmos a quem mais precisa. A educação não é só do estado do país e sim de todos”, sublinha o coordenador nacional da Rede de Educação para Todos, Abraão Borges.

Numa altura em que a educação a distância se afigura como desafio devido a pandemia, Abraao Borges diz que há que trabalhar para que todas as crianças tenham condições de acesso.

Princezito na qualidade de artista e ativista social é um dos participantes deste workshop e mostra-se satisfeito em poder dar o seu contributo em prol de uma melhor educação.

“Enquanto artistas temos uma voz ativa e conseguimos alcançar uma multidão em pouco tempo. É bom que juntemos com grupos que trabalham para emancipação, igualdade e educação para influenciar positivamente as pessoas que nos seguem”, assevera o artista

Para além da formação em técnicas de advocacia este workshop conta também com a apresentação de dois temas, um sobre o papel da sociedade civil em relação à situação das crianças vulneráveis no domínio da educação e outro sobre as barreiras arquitetónicas.

Depois do Sal, este workshop será realizado em São Vicente, tendo sido já realizado no Fogo e na cidade da Praia.”

C/RCV

https://anacao.cv/2021/06/19/tecnicas-de-advocacia-para-a-educacao-e-tema-de-workshop-levado-a-cabo-pela-rncept/?fbclid=IwAR2UetN320sXhH2z1p5ofst3w9kxIymrpYhNSXSl8gCFeAsbtsUNDGpR4ws



Ministro de Estado admite “lacunas” no sistema de ensino para crianças com necessidades educativas especiais (c/áudio)

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“Cidade da Praia, 28 Ago (Inforpress) – O ministro de Estado, Fernando Elísio Freire, admitiu hoje, na Cidade da Praia, que ainda “há lacunas” no sistema de ensino para crianças com necessidades educativas especiais em Cabo Verde.

“As crianças com necessidades especiais precisam de um procedimento próprio nas várias escolas, mas ainda há lacunas que temos de trabalhar para corrigir, mas neste momento já se está a dar uma resposta satisfatória às estas crianças e as ONG têm trabalhado neste sentido”, admitiu.

O ministro de Estado, dos Assuntos Parlamentares e da Presidência do Conselho de Ministros e Ministro do Desporto fez estas declarações à imprensa depois de uma vista à Rede Nacional da Campanha de Educação para Todos (RNCEPT-CV) para se inteirar das actividades a serem desenvolvidas ao longo dos anos.

No entanto, adiantou que o foco tem que ser em políticas claras que aumentem a acessibilidade e a qualidade, salientando, neste particular, o “trabalho extraordinário” que a RNCEPT-CV tem feito na promoção de igualdade de oportunidade no acesso à educação.

Fernando Elísio Freire lembrou que já está pronta uma nova lei sobre o sobre o pré-escolar, que vai permitir alargar, “ainda mais”, o acesso a este nível de escolaridade, esperando a sua municipalização para a publicação da lei.

A RNCEPT-CV tem como objectivo realizar acções de advocacia junto do Governo, sociedade civil, sectores públicos e privados para que a educação básica de qualidade seja acessível e usufruída por todos os cidadãos. http://”https://inforpress.cv/ministro-de-estado-admite-lacunas-no-sistema-de-ensino-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais/


Nos Direito

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https://youtu.be/YsHOPjQ348g 

Todas as crianças têm direito à uma Educação com qualidade.



Qualidade e inclusão no ensino pré-escolar

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“A Rede Nacional de Educação para Todos sugere que o ensino pré-escolar, ou seja, o acesso aos jardins de infancia seja gratuito e que sejam tomadas medidas para garantir a inclusao de crianças com necessidades educativas especiais.

A ideia foi defendida pelo Presidente da Rede, Marciano Monteiro, durante o programa Opiniao Pública da RCV.

A gratuitidade também é defendida pelo secretário-geral da Rede Nacional de Educação para Todos, Abraão Borges, tendo em conta as disparidades nacionais em termos de acesso aos jardins de infancia.

A Diretora Nacional de Educaçao, Sofia Figueiredo, garante que há medidas previstas para resolver estas questões.

No sábado, a Rede Nacional de Educaçao para todos apresentou um estudo que aponta que os principais constrangimentos a um ensino pre-escolar de qualidade no país são as infraestruturas inadequadas e professores sem qualificação necessária.

Os estudos recomendam maior fiscalização do Ministério da Educação aos jardins infantis e aposta massiva na formação dos monitores.” Emerson Pimentel – RTC/Praia


RNCEPT-CV defende mais acções de sensibilização no seio familiar no combate à problemática da gravidez nas escolas

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“O vice-presidente da Rede Nacional da Campanha de Educação para Todos (RNCEPT-CV) defendeu hoje a necessidade de haver mais acções de sensibilização e prevenção  no seio familiar no combate à problemática da gravidez nas escolas.

António Teixeira falava em declarações à Inforpress, no final do workshop sobre Direitos e Permanência das Raparigas Mães e Pessoas com Deficiência no Ensino Secundário em Cabo Verde”, promovido pela RNCEPT-CV, para assinalar o Dia da Criança Africana, que se assinala este domingo, 16 de Junho.

Segundo disse, essas são algumas das recomendações saídas do encontro, considerando que “as escolas ainda não estão preparadas”, mas que é preciso se fazer o reajuste nos programas e no sistema educativo, para que as alunas grávidas e mães não sejam prejudicadas.

“Já existe uma legislação, mas é necessário que seja efectivada, ainda falta mobilizar, socializar essa legislação porque os próprios professores têm a tendência de resistir porque os mesmos não estão sensibilizados. É uma situação complicada porque as alunas têm direito a licença de maternidade e há necessidade de haver flexibilidade na avaliação para que não sejam prejudicadas”, indicou.

As escolas, no seu entender, têm que criar as condições para conseguir manter as alunas nas escolas, argumentando que se as mesmas abandonarem o sistema durante a gravidez, a tendência é de  não regressarem mais para o ambiente escolar.

Além disso, prosseguiu, é preciso que as acções sejam de prevenção para fazer face à problemática da gravidez durante o período escolar, apontando neste sentido, a família como parte fundamental neste processo.

“Os alunos estão suficientemente informados sobre os métodos de prevenção da gravidez na adolescência, o que falta é a consciencialização, campanhas de sensibilização nas famílias  porque há muitas falhas por parte da família e quando é assim a escola não tem essa complementaridade de instruir os alunos”, disse, reforçando a necessidade de se efectivar a legislação visando garantir a integração das alunas grávidas nas escolas.

Informou, por outro lado que o cantor Gil Semedo, movido pelas causas sociais e educativas, participou no encontro e aceitou ser o padrinho da Rede Nacional da Campanha de Educação para Todos (RNCEPT-CV).

A estratégica para assegurar a permanência das raparigas mães no ensino secundário, direito das crianças e pessoas com deficiência no ensino, pessoas com deficiências e acessibilidade no ensino – mito ou realidade, o contributo dos parlamentares no cumprimento normativo no sector foram alguns dos temas  discutidos durante o encontro.

O Dia Internacional da Criança Africana celebra-se a 16 de Junho.

Comemorado 15 dias depois do Dia Mundial da Criança, o Dia Internacional da Criança Africana chama a atenção para a realidade de milhares de crianças africanas que todos os dias são vítimas de violência, exploração e abuso.”https://www.inforpress.cv/rncept-cv-defende-mais-accoes-de-sensibilizacao-no-seio-familiar-no-combate-a-problematica-da-gravidez-nas-escolas/