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Fogo: Câmara vai implementar nova política municipal para o ensino pré-escolar em parceria com ONG

“São Filipe, 20 Mar (Inforpress) – A Câmara Municipal de São Filipe vai definir e implementar no próximo ano lectivo uma nova política municipal para o ensino pré-escolar, que passa pela restruturação das redes de jardins de infância, anunciou hoje o presidente Nuías Silva.

O anúncio foi feito no acto da abertura do workshop de capacitação em técnicas de advocacia para educação destinado às instituições parceiras na região de Sotavento, como artistas e jornalistas, promovido pela Rede Nacional da Campanha de Educação para Todos de Cabo Verde.

A nova política municipal do pré-escolar, segundo o mesmo, passa pela reestruturação das redes de jardins de infância da autarquia para melhorar a qualidade, salientando que a mesma passa pela criação de um departamento a nível municipal, com um coordenador pedagógico para trabalhar em parceria com o Ministério da Educação.

Quanto às organizações não-governamentais, ONG, passam a fazer a gestão dos jardins e a câmara vai disponibilizar os recursos financeiros, deixando de gerir directamente este espaço.

Além da questão da política municipal do ensino pré-escolar, o autarca anunciou a intervenção para criação de condições para eliminar as barreiras arquitectónicas que dificultam o acesso aos espaços escolares.

Durante a sua intervenção na cerimónia de abertura manifestou a disponibilidade da autarquia de São Filipe para dialogar com o ponto focal da rede na ilha do Fogo para definir algum tipo de protocolo entre as duas instituições para algum financiamento de algumas actividades, mas também disponibilizar um espaço físico para que tenha uma presença física a nível da ilha.

“A causa da educação é nobre e deve convergir todos, independentemente das opções político-partidárias, religiosas, culturais, é uma causa nacional”, disse Nuías Silva, salientando que a educação de qualidade não pode começar no topo, mas começar pela base (pré-escolar) e mostrou-se satisfeito com o facto de existir um diploma que define o quadro legal para o ensino pré-escolar.

Para o mesmo, para garantir a educação inclusiva a Câmara Municipal de São Filipe gasta, anualmente, perto de 30 mil contos, um valor perto dos 40 mil contos que a Ficase (Fundação Cabo-verdiana de Acção Social Escolar) gasta por ano com transporte escolar a nível nacional, sublinhando que o seu município recebe por ano apenas mil contos desta instituição e por isso reclama um valor maior para poder ajudar a todos.

Ainda a nível da educação, este salientou que o seu município gasta 13 mil contos/ano para atribuir subsídios para jovens que frequentam as instituições do ensino superior.

Além da retenção desse valor com a criação de ensino superior na ilha, a mesma fonte aprontou outra vantagem que é a fixação da intelectualidade na própria ilha, já que fica difícil fazer regressar os jovens que estudam noutras paragens.

Já o presidente da rede, Marciano Monteiro, indicou na cerimónia de abertura que a instituição que preside não é opositora dos governos, central e locais, mas que pretende juntar as vozes para atingir a tão almejada educação de qualidade, inclusiva e para todos.

Segundo o mesmo, se todos colocarem à disposição as suas forças, energias e vontade de fazer é possível atingir a educação de qualidade para todos.

O workshop decorre nas instalações do auditório do Padre Pio Gottin e tem por objectivo capacitar e fortalecer as organizações não-governamentais (ONG), profissionais de educação, associações de base comunitária, artistas, jornalistas e activistas sociais na advocacia para a educação.

Esta acção de capacitação visa orientar as organizações, coalizões da sociedade civil, movimentos sociais, activistas e cidadãos sobre o tema da advocacia para educação especial, através de apresentação de conceitos, directrizes, ferramentas e métodos úteis para a elaboração e a implementação de estratégias de advocacia.

Depois da sessão de abertura, a gestora de portfólio e educação e pequena infância da Unicef em Cabo Verde, Ana Cristina Ferreira, apresentou o tema “Papel da sociedade civil sobre a situação da criança vulnerável em Cabo Verde: área da educação”.

Este workshop enquadra-se no plano da RNCEPT-CV 2020-2021 que pretende igualmente apoiar respostas eficazes no sector da educação.

Dois módulos serão ministrados, sendo o primeiro sobre “fundamentos teóricos e visão estratégica da advocacy” e o segundo sobre “construção de uma estratégia de advocacy para a educação”, com vários subtemas.”

JR/ZS

Fogo: Câmara vai implementar nova política municipal para o ensino pré-escolar em parceria com ONG




“ADVOCACIA POR UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA”

“A formação visa orientar organizações, coalizões e profissionais da Comunicação Social para que sejam influenciadores de uma educação inclusiva em Cabo Verde.”

 

 

https://www.facebook.com/RecordTVCaboVerde/videos/1702290219957396


RNCEPT capacita colaboradores com técnicas de advocacia para o alcance de uma educação inclusiva

“Cidade da Praia, 18 Dez (Inforpress) – A Rede Nacional de Campanha de Educação para Todos (RNCEPT) realiza hoje, na Cidade da Praia, uma formação em técnicas de advocacia para o alcance de uma educação inclusiva e de qualidade destinada aos seus colaboradores.

Segundo o coordenador nacional da rede, Abraão Borges, essa formação está a ser desenvolvida no âmbito do novo projecto denominada “educação em voz alta”, visando uma junção de sinergia para fazer uma campanha para que a educação seja de facto de para todos.

“O objectivo, concretamente, é munir as ONG ligadas ao sector da educação, os profissionais de educação, e as pessoas de base comunitária, a fim de saberem influenciar os governantes para que a educação seja acessível para todos”, explicou.

Abraão Borges sustentou que, sobretudo, nesse período de pandemia, todos precisam estar envolvidos e engajados com vista a garantir que ninguém fique para trás.

“Nesse período nós temos pessoas com mais necessidades e muitas vezes ficam fora da educação. Então temos de estar preparados para influenciar os políticos, as decisões a trabalharem para que a situação seja melhorada”, sustentou.

O presidente da RECEPT, Marciano Monteiro, reconhece os esforços feitos pelos sucessivos governos com vista a proporcionar uma educação inclusiva, mas salienta que fica sempre a faltar algo para que, de facto, a educação seja de qualidade e para todos.

“Nós não podemos ser ingratos. Os sucessivos governos têm tido alguma força de vontade em criar as condições para que realmente a educação seja para todos e de qualidade, mas dado as limitações do próprio País, entendemos que as outras organizações, nomeadamente a rede, devem envolver-se para complementar e preencher as lacunas que aparecem”, indicou

Conforme explicou, a rede e as organizações de base comunitária trabalham nas comunidades e estão mais perto das pessoas e dos problemas e poderão sempre alertar as autoridades e juntos trabalharem para que todos sejam incluídos.

Participam da formação, representantes da ONG associadas da rede, professores e directores de agrupamentos.”

MJB/DR

Inforpress/Fim

 


RNCEPT realiza uma formação em Técnicas de Advocacia para o alcance da Educação Inclusiva e de Qualidade para todos em Cabo Verde

“Segundo uma nota enviada a este diário noticioso, a RNCEPT afirmou que “Unir as sinergias para uma educação em alta voz” o lema desta formação.

A RNCEPT-CV tem por missão realizar acções de advocacia junto do Governo, Sociedade Civil, dos sectores públicos e privados para que a educação básica de qualidade seja acessível e usufruída por todos os cidadãos.

É de Recordar, que a RNCEPT-CV promove ensino básico alargado e de qualidade para todas as crianças, zela pela Inclusão das crianças, com deficiência, no sistema educativo, contribui para a melhoria do nível de alfabetização de adultos e de igual acesso aos programas educativos, Promove ainda a qualidade do ensino e uma educação inclusiva que paute pela excelência e pelo desenvolvimento biopsicossocial de todos e todas as crianças.”

https://www.asemana.publ.cv/?RNCEPT-realiza-uma-formacao-em-Tecnicas-de-Advocacia-para-o-alcance-da-Educacao




Ministro de Estado admite “lacunas” no sistema de ensino para crianças com necessidades educativas especiais (c/áudio)

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“Cidade da Praia, 28 Ago (Inforpress) – O ministro de Estado, Fernando Elísio Freire, admitiu hoje, na Cidade da Praia, que ainda “há lacunas” no sistema de ensino para crianças com necessidades educativas especiais em Cabo Verde.

“As crianças com necessidades especiais precisam de um procedimento próprio nas várias escolas, mas ainda há lacunas que temos de trabalhar para corrigir, mas neste momento já se está a dar uma resposta satisfatória às estas crianças e as ONG têm trabalhado neste sentido”, admitiu.

O ministro de Estado, dos Assuntos Parlamentares e da Presidência do Conselho de Ministros e Ministro do Desporto fez estas declarações à imprensa depois de uma vista à Rede Nacional da Campanha de Educação para Todos (RNCEPT-CV) para se inteirar das actividades a serem desenvolvidas ao longo dos anos.

No entanto, adiantou que o foco tem que ser em políticas claras que aumentem a acessibilidade e a qualidade, salientando, neste particular, o “trabalho extraordinário” que a RNCEPT-CV tem feito na promoção de igualdade de oportunidade no acesso à educação.

Fernando Elísio Freire lembrou que já está pronta uma nova lei sobre o sobre o pré-escolar, que vai permitir alargar, “ainda mais”, o acesso a este nível de escolaridade, esperando a sua municipalização para a publicação da lei.

A RNCEPT-CV tem como objectivo realizar acções de advocacia junto do Governo, sociedade civil, sectores públicos e privados para que a educação básica de qualidade seja acessível e usufruída por todos os cidadãos. http://”https://inforpress.cv/ministro-de-estado-admite-lacunas-no-sistema-de-ensino-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais/